Sonhos: um copo de mar
Uma pessoa me chama. Pede para deixar tudo: não tem mar, melhor morrer. Acordo. Estou em casa. Um barulho. Quem é? Procurando em todo canto, encontro meu primo. Mas ele voltou a ser criança! E eu, que aspecto tenho? Vou para a casa de meus avós. Meu pai e meu tio estão lá. Peço a chave porque a porta está aberta. Onde está a chave? A vovó vai chegar e ficar brava com a porta aberta. A chave sumiu. Vou para um chaveiro e penso que importância tem a chave se todos lá estão mortos?
Há sempre um copo de mar
para um homem navegar
Há sempre um copo de mar
para um homem navegar


1 Comentários:
Filomena, *mandinga já!*
Verifique se a sua vizinha não é uma "molher diaboliqua q. abre as genellas fora doras"... se for, cuidado! Ela pode ter jogado um feitiço em você!
Mas agora que eu tenho o famoso Manual de caça às bruxas, não há o que temer. Só não garanto proteção contra clonadores de cartão (afe, nessas horas eu me pergunto se não era melhor voltarmos ao tempo do escambo)...
Gigi
PS: As chances de eu parar na USP são mínimas: num jogo de cartas marcadas no qual só há um vencedor (leia-se "há apenas uma vaga") e no qual eu não sou amiga do crupiê, já se sabe o que vai dar.
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