Vou-me embora por um tempo...
A Julia vai para Brasília amanhã. Vai fazer uma consulta na rede Sarah de hospitais. Ela tem grandes chances de ser internada para tratamento intensivo. Se isto acontecer, e eu espero que aconteça, vou para Brasília na terça e nem sei quando volto. Tempos de hospitais são infernos na terra, mas necessários, para que haja uma esperança. Assim, já começo a dizer tchau, apesar de não ser provavelmente o último post. Vou sentir saudades e estar sozinha, mas Tânia Paloma volta para a formatura. Deslumbrante :). E a novela deve continuar. Genellas, há muito trabalho sem Tânia Paloma e seus dramas para criar...
Sinto pelo Evelin, pois estive na organização desde seu início. Mas ele sobrevive bem sem Filomena e o próximo ano virá.
Besos da Paloma Negra, a grande atriz de Monólogo da Cigarra e Os Beijos que Sonhei para minha Boca.
Filomena
Durante um dia inteiro de outono, escuro, sombrio, silencioso, em que as nuvens pairavam, baixas e opressoras, nos céus, passava Tânia Paloma, a cavalo, sozinha, por uma região regularmente monótona – e, quando as sombras da noite se estendiam, finalmente encontrou-se diante da melancólica casa de campo onde ela e Silvio Diego, juntos, foram felizes um dia. Não sei como foi – mas, ao primeiro olhar lançado à construção, uma sensação de insuportável tristeza lhe invadiu o espírito. Contemplou a cena que tinha diante de si com uma completa depressão da alma. Era uma sensação de alguma coisa gelada, um abatimento, um aperto no coração, uma aridez irremediável de pensamento. Neste momento pensou em Renato. Gostaria de ter notícias suas. Pensou ainda mais fortemente em Lou. Ela havia partido sem dar uma última e prometida entrevista. Sorriu com saudades e uma lágrima caiu espessa. Ficaria, em suas tristezas, em retiro absoluto, em meditação por um tempo indeterminado.
Sinto pelo Evelin, pois estive na organização desde seu início. Mas ele sobrevive bem sem Filomena e o próximo ano virá.
Besos da Paloma Negra, a grande atriz de Monólogo da Cigarra e Os Beijos que Sonhei para minha Boca.
Filomena
Durante um dia inteiro de outono, escuro, sombrio, silencioso, em que as nuvens pairavam, baixas e opressoras, nos céus, passava Tânia Paloma, a cavalo, sozinha, por uma região regularmente monótona – e, quando as sombras da noite se estendiam, finalmente encontrou-se diante da melancólica casa de campo onde ela e Silvio Diego, juntos, foram felizes um dia. Não sei como foi – mas, ao primeiro olhar lançado à construção, uma sensação de insuportável tristeza lhe invadiu o espírito. Contemplou a cena que tinha diante de si com uma completa depressão da alma. Era uma sensação de alguma coisa gelada, um abatimento, um aperto no coração, uma aridez irremediável de pensamento. Neste momento pensou em Renato. Gostaria de ter notícias suas. Pensou ainda mais fortemente em Lou. Ela havia partido sem dar uma última e prometida entrevista. Sorriu com saudades e uma lágrima caiu espessa. Ficaria, em suas tristezas, em retiro absoluto, em meditação por um tempo indeterminado.


5 Comentários:
Desejo ótima viagem a vocês, e toda a sorte do mundo. Sentiremos sua falta no Evelin, mas ano que vem tem mais.
Ah, talvez consiga alguma coisa pra Barra. Se der certo, te ligo avisando.
Alexandre.
Espero que Barra dê certo.
E feliz Hopi-Niver. Pense em mim na montanha-russa :).
O texto final do post é plágio adaptado de Poe.
Bom, plágio parcial.
Sim, plágio parcial: de como caiu bem, parece que o poeta o escreveu pensando em Paloma.
:)
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