FICÇÃO E REALIDADE
"...o nosso conhecimento do passado é um empreendimento necessariamente desconexo, cheio de lacunas e de incertezas, alicerçado em fragmentos e ruínas".
Carlo Ginzburg
Longe de ser produto puramente do imaginário, o pano de fundo de uma obra de ficção costuma ser uma história "real".
Mas, o que é o real? Ora, as representações e a subjetividade fazem parte da "realidade" e o real, em determinadas circunstâncias, coincide com o irreal. Deste modo, documentos escritos são percebidos como autênticos ou falsos dependendo do imaginário do leitor.
O historiador Carlo Ginzburg destaca que não existe incompatibilidade evidente entre conjecturas e narrativa histórica. Para ele, o emaranhado de verdades e possibilidades está no centro das elaborações artísticas: para se escrever a história de homens e mulheres há de se conjugar erudição e imaginação, provas e possibilidades.
Todo esse papo erudito só para notar que em "Os beijos que sonhei para minha boca" é quase impossível separar o universo psicológico dos personagens dos aspectos históricos. Os autores recuperam símbolos, utopias, mitos, anseios e os sentimentos com origem na realidade. Inquestionável.
No entanto, é importante e urgente informar: "Os beijos que sonhei para minha boca" é uma obra de ficção e deve ser separada da realidade. Qualquer semelhança com a realidade física é mera coincidência e não tem seu lugar na realidade.
____
Não percam em breve o último capítulo desta novela, afinal este blog espera divertir leitores freqüentes com uma estória de folhetim.
Carlo Ginzburg
Longe de ser produto puramente do imaginário, o pano de fundo de uma obra de ficção costuma ser uma história "real".
Mas, o que é o real? Ora, as representações e a subjetividade fazem parte da "realidade" e o real, em determinadas circunstâncias, coincide com o irreal. Deste modo, documentos escritos são percebidos como autênticos ou falsos dependendo do imaginário do leitor.
O historiador Carlo Ginzburg destaca que não existe incompatibilidade evidente entre conjecturas e narrativa histórica. Para ele, o emaranhado de verdades e possibilidades está no centro das elaborações artísticas: para se escrever a história de homens e mulheres há de se conjugar erudição e imaginação, provas e possibilidades.
Todo esse papo erudito só para notar que em "Os beijos que sonhei para minha boca" é quase impossível separar o universo psicológico dos personagens dos aspectos históricos. Os autores recuperam símbolos, utopias, mitos, anseios e os sentimentos com origem na realidade. Inquestionável.
No entanto, é importante e urgente informar: "Os beijos que sonhei para minha boca" é uma obra de ficção e deve ser separada da realidade. Qualquer semelhança com a realidade física é mera coincidência e não tem seu lugar na realidade.
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Não percam em breve o último capítulo desta novela, afinal este blog espera divertir leitores freqüentes com uma estória de folhetim.


3 Comentários:
Não se esqueça do Usher no final da novela! ;)
Mudei de verdade... que triste!
Agora o jeito é arrumar a bagunça do apartamento e criar um lar! :D
Nossa, havia mesmo esquecido este personagem! Que mancada! Tem várias versões em competição. Veremos o que a OT tem a dizer sobre isso. :).
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