Há um som tão forte que às vezes se torna impossível não contar para mim mesma. Embora eu saiba que é ilusão. Mas ilusão pode ser mais norteadora que fato. Um dono de palavras (ditas ao acaso?) que capturam tão fortemente exatamente o que eu sinto. Método de narcotizar a dor. São casuais, não significam o que penso, mero erro de recepção, eu sei. Não chegam os mesmos sons que saíram. Mas inegavelmente me seguraram de desistir um dia. Não importa o rumo dos fatos reais, na alma, visada questionável que há algo melhor que matéria, a sua presença é sentida em um ritmo alucinante.
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No carnaval rolava uma brincadeira que tudo na vida tem um porquê. Tem, mas é a gente que atribui este porquê. Têm os acasos, que podem ser vistos como bons ou ruins, e o como a gente lida e interpreta estes acasos dá o rumo à vida.
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No carnaval rolava uma brincadeira que tudo na vida tem um porquê. Tem, mas é a gente que atribui este porquê. Têm os acasos, que podem ser vistos como bons ou ruins, e o como a gente lida e interpreta estes acasos dá o rumo à vida.


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