Caro amigo Zé, apresento aqui a minha defesa...
Fomos ao Zé. Fato usual até então. A noite começou com uma conversa sobre blogs explícitos e eu disse que era contra. Pois bem, dados os rumos bizarros da noite, resolvi quebrar a minha própria regra. Segundo acontecimento, depois da conversa sobre blogs: notei que o DJ era professor de famosa universidade; eu pelo menos achava que era. Logo em seguida, o DJ me cumprimentou chamando pelo nome, não restava mais nenhuma dúvida. Encontrei também um cara que conheci no carnaval, ilustre desconhecido. Tocava Jorge Benjor, tava muito bom. Dança que dança, achei que deveria bater mais um lero com o desconhecido. Acabou que fui embora sem pagar o Zé (onde vou semanalmente) e deixei meus amigos sem carro. Na saída, eu parei, eu olhei para o porteiro, cheguei perto dele e falei “eu não paguei!”. O porteiro disse que o cara era grande músico e eu cliente semanal da casa, gente acima de qualquer suspeita, poderia sair um pouco na rua, que a gente voltava sem dúvidas. Acontece que o cara não era apenas famoso músico, ele conhecia deus e o mundo: o professor lá do começo (que por sinal é grande amigo de muitas pessoas do iel), grande amigo de amigos meus e até o meu professor de spinning ele conhecia. Só para sentir o drama de só eu pensar que se tratava de ilustre desconhecido. Para se ter uma idéia, acabei a noite (ou melhor diria, comecei o dia seguinte) na casa do professor da famosa universidade. Meleca geral e vergonha geral, pois eu sempre quis dar perdido, e dei perdido em ilustre conhecidíssimo e no Zé (onde vou semanalmente). Por que dar perdido? Eu sei lá! Sabe o capitão fantasma do navio de Piratas do Caribe que deixou o coração em um baú? Vai ver que é isso. Se não for, não tenho nenhuma outra boa explicação. Eu deveria ter sabido pelo presságio inicial que se tratava de tragédia grega, da vida profissional à social.


5 Comentários:
Como assim, "blog explícito"? No sentido de blog-querido-diário?
Informo que este blog não é sério, nem científico, ficcional ou ético. Qualquer semelhança com a realidade, é verdadeira.
um blog explicito, citaria nomes..datas e detalhes sórdidos...Filomena passou longe disso...mas foi uma importante iniciativa...huahuahuah
Sou uma das pessoas que ficou abandonada no bar do Zé...mas acho q está certo, se fosse eu...se eu tivesse o caro...e se eu fosse convidada a dar um voltinha com o ilustre desconhecido...abandonaria até minha mãe no Bar do Zé...
Tá bom, tá bom... Essa questão de ser explícita precisa de treino e eu sou tradicional banana de pijama!
Bom, acho até que seus pais iriam gostar de ficar abandonados lá naquele sonzinho bom de Jorge Benjor.
eles iriam gostar...
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