
O jesuíta José Sanches Labrador conviveu com os Guaikuru em 1.760 e escreveu como eram feitas as tatuagens na época. A pele era furada com espinho até escorrer o sangue, quando colocavam cinzas de folhas de uma palmeira ou a tinta do jenipapo. Antes da cicatrização, o ferimento inchava e o tatuado sentia muitas dores, até cair a casca preta e o desenho ficar azulado. As tatuagens eram feitas entre 14 e 16 anos, quando o jovem já tinha forças para suportar o sofrimento.
Bom, não foi bem assim para mim... Será que faço outra?


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