Modelando a desarmonia de minha mente
Tem mais sobre o carro e outras coisitas. Agora já sei calcular a probabilidade da desarmonia, ou seja, da viravolta das restrições em uma distribuição gaussiana aplicada a uma otimalidade estocástica. Prova cabal de minha sanidade. A fórmula está em outra postagem abaixo para os comentaristas mais curiosos que possam desejar mais detalhes. Tudo muito lógico e óbvio. Se não for isso é mandinga da Gigi, como provam matematicamente os comentários sobre 'o carro sumiu' abaixo. Que se manisfestem as posições contrárias.
Um copo de mar! Vamos ver a exposição no IEL a partir de amanhã para revirar as restrições outra vez.
Um copo de mar! Vamos ver a exposição no IEL a partir de amanhã para revirar as restrições outra vez.


3 Comentários:
Postular dois níveis de sanidade para os seres humanos parece ser o mais acertado, de fato. Subjacentemente somos todos uns loucos, o que acontece é que para as maioria das pessoas as regras que cuidam de apagar os sinais disso em superfície às vezes falham, e para um grupo menor - admitindo mudança diacrônica da mente - as regras sequer existem. Admitindo uma posição "evolucionista", ser louco é ser moderno, e vai estar na moda daqui a algum tempo...
Como diria o sábio Sousândrade: "Mas os puffs puritanos, Oh, very smarts, very smarts" (sic)
Ei, o dia em que eu conseguir mudar um carro de lugar só com mandinga, vou aproveitar para passar numa concessionária da BMW... Quem topa?
tô dentro!
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