Nem a Quica vai!
Muitos esperam a visita de Papai Noel nesta época do ano; eu, da Quica. Não para o natal, mas para o reveillon. O natal foi bom, verdade seja dita. Mas a Quica já é figura tradicional do meu final de ano. Pobre criatura simpática que nem merece o estigma que tem, e nada tem de culpa de péssimo relacionamento familiar. É puro bode. Nem a conheça direito, mas quem pode dizer que conhece bem o bom velhinho?
Desta vez o bode anuncia que vai viajar. Se nem ela, figura tradicional, não vai suportar o reveillon de Dogville, por que eu vou? Nem fudendo! Ano de protesto.
O tio mau não pode telefonar e eu não quero linha. Ver as águas. Basta. Desaba comigo, mundo. Foda-se 2006.
Há um ditado popular que pode ser verdadeiro: o quem vem fácil, vai fácil.
Fui!
Partidas as ilusões.
Desta vez o bode anuncia que vai viajar. Se nem ela, figura tradicional, não vai suportar o reveillon de Dogville, por que eu vou? Nem fudendo! Ano de protesto.
O tio mau não pode telefonar e eu não quero linha. Ver as águas. Basta. Desaba comigo, mundo. Foda-se 2006.
Há um ditado popular que pode ser verdadeiro: o quem vem fácil, vai fácil.
Fui!
Partidas as ilusões.


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