Cheiro de terra ao sol
Meu amor
eu queria hoje escrever-te
um poema simples,
de sentimento com saber de sol.
Inteiro e cheio de cor de terra molhada,
discurso perfeito que não se abala.
Mas o simples
é deixar as vidas trancadas,
para sempre enterradas em um buraco de terra ao ardor do sol.
Porque nenhuma cor é mais escura que daquela fenda seca,
onde tua ira está perdida,
em que te transformas em nada.
Simples agora
é o simples dizer que não te quero.
E concluir que nenhuma ausência
pode ser tão funda e escura que a tua.
Onde estás sentimento de amor?
Não és agora mais que pó ao vento.
eu queria hoje escrever-te
um poema simples,
de sentimento com saber de sol.
Inteiro e cheio de cor de terra molhada,
discurso perfeito que não se abala.
Mas o simples
é deixar as vidas trancadas,
para sempre enterradas em um buraco de terra ao ardor do sol.
Porque nenhuma cor é mais escura que daquela fenda seca,
onde tua ira está perdida,
em que te transformas em nada.
Simples agora
é o simples dizer que não te quero.
E concluir que nenhuma ausência
pode ser tão funda e escura que a tua.
Onde estás sentimento de amor?
Não és agora mais que pó ao vento.


1 Comentários:
Seria tão bom se os poemas declarassem apenas coisas verdadeiras.
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial