A grande pequena palestra
Ontem dei uma palestra sobre meu trabalho com línguas indígenas para um público muito exigente, que, se estiver chato, se levanta em massa para ir embora, e, pior, diz que está chato: crianças de 3 a 5 anos. Estava tão nervosa, mas deu tudo certo. Foi na escolinha de meu filho que vai fazer 3 anos. O melhor foi ver a cara dele me vendo falar sobre a decoração da nossa casa. Não entendia como eu podia dizer que o revisteiro era um berço e a decoração da parece, pente, apito e espanador. Achou a mãe uma louca, o que não deixa de ser verdade.


3 Comentários:
Esse tipo de público de fato é muito exigente. É engraçado como as crianças agem - são transparentes e muito, muito curiosas. Curiosidade e criatividade não-viciadas, de quem não teve contato com o pensamento dos outros e pode dizer tudo por si mesmo. Eu me lembro dessa fase. Pena que a escola básica me fez esquecer disso tudo...
Como seria legal se todas as escolas de Ensino Fundamental fossem como a Escola da Ponte, em Portugal... (rima não-proposital)
Se os problemas profundos que te afligiram não são *resolvíveis com mandinga brava*, o que aconteceu deve ter sido grave. O que houve?
Atualmente, furúnculos.
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