Do boy à periferia: dá-lhes bananas!
Quinta passada uma amiga me convidou para ir no Rudá. Fomos. Festinha de boys. Demonstração de sarados e saradas e celulares caros. Na sexta e sábado fui com outra amiga em uma seminário do IFCH sobre midia. Pseudo periferia. Claro que estávamos de fantasia em ambas as ocasições, para parecermos com o grupo e passarmos desapercebidas. Velho, falaram de tudo com muitas críticas ao sistema dominante. E a periferia (:)) crítica usando laptops como caderno (apple!) e criando imagens legais para o telão. No meio da fala, serviram banana nanica. Para a larica ou para falas malas? Sei lá. Mas gostei da banana. Ponto legal. Ainda têm a visão do índio do romantismo. Populações democráticas, com sábio pajé e muita alegria!! O melhor foi que achavam onda xemelizar tudo. Hã? XEMELIZAR. XML-izar! É, legal! Mas já não é tão novidade, velhos. Uns dois caras pegaram o microfone e não soltaram mais. Um finalmente lembrou que estávamos lá para falar de populações diferentes. Passou, então a falar sobre si. O pessoal da mesa não falou, não deu. Democracia é isso? Gostei dos cabelos! E dai quase sofri um desmaio! Como? É tão ridículo que fica para a próxima. Eita final de semana do caralho! Dá muita banana!


1 Comentários:
É, mas tu tá ligada q esses barato de periferia num cola mais, saca? O bagulho tah geral, tem mto boy pagando de mano ae...
Ou, em outras palavras, acho que a Eva tem razão. Pra mim felicidade é ouvir sons estranhos de uma língua estranha. O flepe me dá alucinações. Preciso xemelizar minha vida, quem sabe as coisas se ajeitam?
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