domingo, agosto 17, 2008

Argentina

Estou na Argentina, quase voltando. Minha primeira vinda aqui. O congresso foi excelente, pensamos sobre processos gramaticais, comparei fatos das línguas guaykuru, conheci os guaikurus da Argentina. Conheci outros linguistas da Europa, Austrália e America Latina. Pensamos na questao da revitalizaçao lingüística: tradiçao e modernidade devem se misturar. Muito bom!

Passei bastante com a Bruna Franchetto, de quem gosto muito, conversamos sobre vida, morte, relacionamento, linguística, tanta coisa.

Vi amigas argentinas. Bebemos. Conheci o Jorge, um suiço que mora há trinta anos no Peru. Bebemos no gargalo. Grande pessoa, responsável por animar o grupo, dentro e fora da Biblioteca Nacional, com outras coisitas más.

Como nao poderia deixar de ser, na Argentina, antigas coisas aparecem: ditadura, peronismo, morte, religiao, ou seja, questoes controversas. O cemitério da Recoleta foi um grande marco. Como nao pensar na morte e na vida vendo os caixoes em exposiçao? (Fotos góticas na volta)

E, como notas preliminares ainda, fica um grande mistério. Eu nao entendi o grande fetiche que os brasileiros têm com Buenos Aires.

Para mim foi lingüística, drogas e reflexoes. Nao creio que é essa a grande atraçao. Mistério que permanece.

3 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

eu quero alfajores! e vinho! boa volta

12:36 AM  
Anonymous Anônimo disse...

eu quero alfajores! e vinho! boa volta

12:36 AM  
Blogger Gigi disse...

Não conheço Buenos Aires, mas mesmo não conhecendo acho difícil qualquer cidade ganhar o título de "Paris do Sul"...


Afinal de contas, Paris é inimitável com suas ciganas mendigas que perguntam se vc fala inglês, os vendedores vietnamitas de crêpes e os banheiros públicos automáticos! :D

9:02 AM  

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