The Stones
Eu fui! Trago pulseira de prova.
E foi muito legal ter ido.
Para ver uma multidão de um milhão de pessoas, foi emocionante. Tinha gente na praia (muita gente), nas ruas, nas janelas dos prédios, em cima dos prédios, na água, nos barcos...
Tudo começou porque eu queria ver o U2, mas o Rodrigo não conseguiu ingresso. E ele fez a contra-proposta de Rolling Stones. Que mega-idéia. À princípio tinha um pouco de medo de tumulto e de arrastão. Mas foi tudo super tranqüilo.
Viajamos na madrugada de quinta para sexta; eu, Rodrigo, Eva, Andresa e Jaqueline F. De super meriva preta. Chegamos na praia ao meio-dia do sábado. A Jaqueline desistiu! Foi até o Rio e não foi!! Que amarelada incrível.
Foi legal ver a praia ficar cada vez mais cheia. Primeiro as comunidades hippies (nem sabia que tinha ainda comunidades hippies). Primeiros porque já estavam dormindo lá e vendendo todo tipo de coisinhas, calçadão tomado em mistura completa com todo tipo de camelôs. . Tive a oportunidade de trabalho de campo para entender como vivem os hippies, em entrevista exclusiva. Depois muitos estrangeiros. Depois os motoqueiros uniformizados de roupas de metaleiro. E finalmente muita gente de todo tipo, milhares chegando e se espremendo nas sombrinhas que restavam, gente que já estava viajando há vários dias. Cadê as favelas cariocas? Senti falta. Pouca gente e não sei o porquê.
Adorei o show dos Titãs que teve antes. Polícia para quem precisa de polícia.
Pegamos um bom lugar, dava para ver o telão do palco. Mas o palco não. Muitas gente alta e faixas e bandeiras na frente. Só deu pra ver mesmo quando o Rodrigo me ergueu nos ombros. Que emoção. Que energia e que calor!Foi tão emocionante ver no telão cenas da histáoria dos Stones desde antes de eu ter nascido, outras cenas que lembram vagamente da minha infância. E eu fui crescendo vendo as cenas. Gostei muito de ter podido ver o último show de uma das principais bancas que marcam a história do rock e de minha própria história. É para não esquecer.
E foi muito legal ter ido.
Para ver uma multidão de um milhão de pessoas, foi emocionante. Tinha gente na praia (muita gente), nas ruas, nas janelas dos prédios, em cima dos prédios, na água, nos barcos...
Tudo começou porque eu queria ver o U2, mas o Rodrigo não conseguiu ingresso. E ele fez a contra-proposta de Rolling Stones. Que mega-idéia. À princípio tinha um pouco de medo de tumulto e de arrastão. Mas foi tudo super tranqüilo.
Viajamos na madrugada de quinta para sexta; eu, Rodrigo, Eva, Andresa e Jaqueline F. De super meriva preta. Chegamos na praia ao meio-dia do sábado. A Jaqueline desistiu! Foi até o Rio e não foi!! Que amarelada incrível.
Foi legal ver a praia ficar cada vez mais cheia. Primeiro as comunidades hippies (nem sabia que tinha ainda comunidades hippies). Primeiros porque já estavam dormindo lá e vendendo todo tipo de coisinhas, calçadão tomado em mistura completa com todo tipo de camelôs. . Tive a oportunidade de trabalho de campo para entender como vivem os hippies, em entrevista exclusiva. Depois muitos estrangeiros. Depois os motoqueiros uniformizados de roupas de metaleiro. E finalmente muita gente de todo tipo, milhares chegando e se espremendo nas sombrinhas que restavam, gente que já estava viajando há vários dias. Cadê as favelas cariocas? Senti falta. Pouca gente e não sei o porquê.
Adorei o show dos Titãs que teve antes. Polícia para quem precisa de polícia.
Pegamos um bom lugar, dava para ver o telão do palco. Mas o palco não. Muitas gente alta e faixas e bandeiras na frente. Só deu pra ver mesmo quando o Rodrigo me ergueu nos ombros. Que emoção. Que energia e que calor!Foi tão emocionante ver no telão cenas da histáoria dos Stones desde antes de eu ter nascido, outras cenas que lembram vagamente da minha infância. E eu fui crescendo vendo as cenas. Gostei muito de ter podido ver o último show de uma das principais bancas que marcam a história do rock e de minha própria história. É para não esquecer.

